está meio em cima da hora mas vale o aviso aos enófilos de plantão: um dos melhores eventos do mundo do vinho, o bienal encontro mistral será nos dias 9, 10 e 11 em sp. no rio é ida 12. corram pois os ingressos de R$290 ( pode acreditar, uma pechincha!!!!! se vc pensar que pode degustar uns 400 vinhos de alta qualidade…) estão acabando. mais de 80 produtores, enólogos e diretores de vinícolas com seus melhores vinhos para degustar. só fera! é uma variedade raramente vista no mundo. confesso que aprendi muito nos eventos anteriores.Reservas e informações: (11) 3372-3400/ www.mistral.com.br/encontroNão há venda de ingressos no local
Arquivo do autor Mauricio Tagliari
A Enoteca Fasano realiza no próximo dia 29 de maio seu Wine Show, na Casa Fasano reunindo mais de 20 produtores de Espanha, Portugal, França, Itália, Chile e Argentina. Os sommelieres Gianni Tartari e Manoel Beato são caras que fazem a diferença. Em viagens a países produtores garimparam um portfólio enxuto e interessante de vinhos modernos que vale a pena conhecer. Além disso é uma chance de travar contato direto com seus produtores. R$120 por pessoal. Tel 11 3074 3964 ou 11 7310-0154
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sexta. hotel unique. sp. mas era porto e entardecia…uma das boas coisas de se gostar e ter curiosidade sobre vinhos é conhecer os nomes das castas portuguesas: rabigato, esgana cão, trincadeira, agronômica, água santa, almenhaca! na degustação organizada pelo instituto do vinho do porto e do douro além de escutar este e outros nomes maravilhosos pudemos apreciar algumas maravilhas. os vinhos portugueses tem evoluído muito nos últimos tempos. estão sabendo usar estas castas autóctones e sabiamente , em alguns casos , combiná-las com uma ou outra cepa francesa. mas não é o caso aqui . os vinhos provados são todos sem sotaque gaulês. o grande barato é que parece que eles estão, além de produzindo maravilhas para os felizardos que podem pagar muito , como já faziam , alcançando ótimos resultados em alguns exemplares mais acessíveis para os bebedores mais modestos. provei um maravilhoso porto vista alegre 40 anos, trazido pela nor import de “módicos “R$450 a garrafa. para um porto daquele nível é uma pechincha. outro bom exemplar, mais em conta, é o offley LBV trazido pela zahil , por R$103.entre os tintos secos algumas boas lembranças: o conhecido quinta do vallado, por R$68 e seu reserva mais caro, por R$210, ambos da expand. o douro vale da raposa 2004, frutado e com toques tostados, por R$53, da decanter tb é uma excelente escolha. mas o quinta do cachão touriga nacional 2006, com seus 15 graus de álcool e excelente aroma de frutas e chocolate foi o tinto que mais me impressiou. quem trás é a casa flora/porto a porto , por R$55. vale um passeio até a zona cerealista para buscar uma caixa e ir tomando um por ano…
Este shopping novo, que já abriu de maneira polêmica na pompéia, pode até ter problemas de habite-se e etc. M se vc quiser encontrar a colônia gaúcha descolada de sp é só dar um pulo no Zaffari , o supermercado do pedaço. a razão é a qualidade das carnes (cortes de brangus, costelas excelentes e cortes peculiares, como o suíno copa-lombo) e as salsichas endler, defumadas ou de vitela, entre outros segredos do sul. vale a viagem.
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ripasso é um tipo de vinho italiano, do vieneto, produzido com uvas clássicas de valpolicella (corvina, rondinela e molinara) que, depois de fermentado, é depositado em barris que contêm a borra dos vinhos mais potentes (reciotos e amarones). Esse processo, que dura de duas a três semanas, dá ao ripasso mais corpo, cor, taninos e sabores mais complexos. É uma técnica antiga, trabalhosa, mas resgatada na década de 1960, tendo se popularizado nas décadas de 1970 e 1980. este “valpolicella classico superiore ripasso pojega 2005 de guerrieri rizzardi ” trazido pela importadora vinci me impressionou pelos aroma de ameixa, baunilha, tabaco e pimenta mas principalmente pela elegância e equilíbrio. e numa ótima faixa de preço: U$39,90. os ripassos geralmente são mais caros.
fiquei na dúvida se postava isso na ouvidoria ou no gourmet. mas vai lá…há uns dois anos, depois de escutar reclamações e saber que o cara pagava uma grana mensal para receber cdrs e tocar no seu restaurante uma musiquina meia boca, eu fiz um play list para o ipod da vinheria percussi, dos amigos silvia e lamberto.pensei no tipo de público e montei playlists para almoço e jantar. música para tocar sem repetir por uma semana.vários clientes habitués elogiaram e até a assessora de imprensa deles veio me perguntar qto eu cobraria por este serviço para outros restaurantes.bem, apesar do relativo sucesso, não transformei isso num ramo de atividades !.. mas lendo o blog de gastronomia do NYT percebi que o nicho é forte nos EUA ( veja aqui).tem até um debate do tipo ” eu não tercerizaria minha carta de vinhos e por isso não faço o mesmo com a música do meu restaurante”.ok. faz sentido, se vc acreditar que a música do restaurante , assim como os quadros na parede dizem algo sobre quem cria a comida… e se o chef tiver mesmo múltiplos talentos!mas muita gente terceiriza, sim, a carta de vinhos e a decoração. e até a sobremesa. e nem sempre o resultado é ruim.talvez a música de vários restaurantes melhorasse muito se houvesse esta preocupação .(se o tanger tivesse outros cds de música marroquina além daquele….rsrsrs) veja as matérias, aqui e aqui. e já que este é um post meio esquizitoo veja tb a coreografia dining alone!
depois de ler o post da guinness mudando de cor, eu, que sou o ortodoxo da cerveja stout, que tomo no café da manhã, qdo nas ilhas britânicas, me inspirei a falar de cores meio desprezadas no mundo do vinho.
as cores da estação primeira de mangueira!
os últimos dois verões foram do rosé. este parece ter ultrapassado o preconceito de ser “vinho de moça” e esteve presente nos coquetéis e beiras de piscina mais bem cotados. nas vendas eles encostaram nos espumantes.
mas como quem fica parado é poste eu resolvi me aprofundar no, muitas vezes injustiçado, vinho verde. seu frescor é muito mais compatível com estas tardes e noites de mormaço do verão brasileiro. sua acidez também parece se adaptar melhor aos acepipes nacionais. e o preço quase nunca é exagerado. fique claro que falo do vinho verde “branco” , produzido basicamente com a uva alvarinho, não do tinto.
para quem quiser decidir por um ou por outro, recomendo um excelente rosé nacional, o Villa Francioni Rosé, na linha dos rosé da Provence, muito rico no nariz e boca, e que vem numa garrafa linda.
entre os verdes sugiro fugir dos muito populares casal garcia, calamares e cia…
tente quinta de avelleda, deu la deu, adega de monção, muralhas de monção, com seus rótulos que lembram uma preguiçosa tarde atlântica. depois me digam se não dá samba…
eles tem especialistas em tudo.
este restaurante que não consegui entender o nome pois estava em harigana, é especializado em candies!
vejam um dos exemplos de uma refeição completa só de candies…
bem, para quem está acostumado com doce de feijão e sorvete de soja, uma balinha de ostra deve ser moleza!
clique na foto e me diga: será que eu acho um desses na liberdade?



