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Arquivo do autor Mauricio Tagliari

encontro mistral 2008

picture-1.png     está meio em cima da hora mas vale o aviso aos enófilos de plantão: um dos melhores eventos do mundo do vinho, o bienal encontro mistral será nos dias 9, 10 e 11 em sp. no rio é ida 12. corram pois os ingressos de R$290 ( pode acreditar, uma pechincha!!!!! se vc pensar que pode degustar uns 400 vinhos de alta qualidade…) estão acabando. mais de 80 produtores, enólogos e diretores de vinícolas com seus melhores vinhos  para degustar. só fera! é uma variedade raramente vista no mundo. confesso que aprendi muito nos eventos anteriores.Reservas e informações: (11) 3372-3400/ www.mistral.com.br/encontroNão há venda de ingressos no local

novos vinhos da enoteca fasano

A Enoteca Fasano realiza no próximo dia 29 de maio seu Wine Show, na Casa Fasano reunindo mais de 20 produtores de Espanha, Portugal, França, Itália, Chile e Argentina. Os sommelieres Gianni Tartari e Manoel Beato são caras que fazem a diferença. Em viagens a países produtores garimparam um portfólio enxuto e interessante de vinhos modernos que vale a pena conhecer. Além disso é uma chance de travar contato direto com seus produtores. R$120 por pessoal. Tel 11 3074 3964 ou 11 7310-0154

citando eça!

porto 40 anoslbv.jpgqc-touriga-nacional.jpg        sexta. hotel unique. sp. mas era porto e entardecia…uma das boas coisas de se gostar e ter curiosidade sobre vinhos é conhecer os nomes das castas portuguesas: rabigato, esgana cão, trincadeira, agronômica, água santa, almenhaca! na degustação organizada pelo instituto do vinho do porto e do douro além de escutar este e outros nomes maravilhosos pudemos apreciar algumas maravilhas. os vinhos portugueses tem evoluído muito nos últimos tempos. estão sabendo usar estas castas autóctones e sabiamente , em alguns casos , combiná-las com uma ou outra cepa francesa. mas não é o caso aqui . os vinhos provados são todos sem sotaque gaulês.  o grande barato é que parece que eles estão, além de produzindo maravilhas para os felizardos que podem pagar muito , como já faziam , alcançando ótimos resultados  em alguns exemplares mais acessíveis para os bebedores mais modestos. provei um maravilhoso porto vista alegre 40 anos, trazido pela nor import de “módicos “R$450 a garrafa. para um porto daquele nível é uma pechincha. outro bom exemplar, mais em conta,  é o  offley LBV trazido pela zahil , por R$103.entre os tintos secos algumas boas lembranças: o conhecido quinta do vallado, por R$68 e seu  reserva mais caro, por R$210, ambos da expand. o douro vale da raposa 2004, frutado e com toques tostados, por R$53, da decanter tb é uma excelente escolha. mas o quinta do cachão touriga nacional 2006, com seus 15 graus de álcool e excelente aroma de frutas e chocolate  foi o tinto que mais me impressiou. quem trás é a casa flora/porto a porto , por R$55. vale um passeio até a zona cerealista para buscar uma caixa e ir tomando um por ano…

Zaffari: um paraíso gaúcho em SP

Este shopping novo, que já abriu de maneira polêmica na pompéia, pode até ter problemas de habite-se e etc. M se vc quiser encontrar a colônia gaúcha descolada de sp é só dar um pulo no Zaffari , o supermercado do pedaço. a razão é a qualidade das carnes (cortes de brangus, costelas excelentes e cortes peculiares, como o suíno copa-lombo) e as salsichas endler, defumadas ou de vitela, entre outros segredos do sul. vale a viagem.

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Um bom Ripasso

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ripasso é um tipo de vinho italiano, do vieneto, produzido com uvas clássicas de valpolicella (corvina, rondinela e molinara) que, depois de fermentado, é depositado em barris que contêm a borra dos vinhos mais potentes (reciotos e amarones). Esse processo, que dura de duas a três semanas, dá ao ripasso mais corpo, cor, taninos e sabores mais complexos. É uma técnica antiga, trabalhosa, mas resgatada na década de 1960, tendo se popularizado nas décadas de 1970 e 1980. este “valpolicella classico superiore ripasso pojega 2005 de guerrieri rizzardi ” trazido pela importadora vinci me impressionou pelos aroma de ameixa, baunilha, tabaco e pimenta mas principalmente pela elegância e equilíbrio. e numa ótima faixa de preço: U$39,90. os ripassos geralmente são mais caros.

A música dos restaurantes

fiquei na dúvida se postava isso na ouvidoria ou no gourmet. mas vai lá…há uns dois anos, depois de escutar reclamações e saber que o cara pagava uma grana mensal para receber cdrs e tocar no seu restaurante uma musiquina meia boca, eu fiz um play list para o ipod da vinheria percussi, dos amigos silvia e lamberto.pensei no tipo de público e montei playlists para almoço e jantar. música para tocar sem repetir por uma semana.vários clientes habitués elogiaram e até a assessora de imprensa deles veio me perguntar qto eu cobraria por este serviço para outros restaurantes.bem, apesar do relativo sucesso, não transformei isso num ramo de atividades !.. mas lendo o blog de gastronomia do NYT percebi que o nicho é forte nos EUA ( veja aqui).tem até um debate do tipo ” eu não tercerizaria minha carta de vinhos e por isso não faço o mesmo com a música do meu restaurante”.ok. faz sentido, se vc acreditar que a música do restaurante , assim como os quadros na parede dizem algo sobre quem cria a comida… e se o chef tiver mesmo múltiplos talentos!mas muita gente terceiriza, sim, a carta de vinhos e a decoração. e até a sobremesa. e nem sempre o resultado é ruim.talvez a música de vários restaurantes melhorasse muito se houvesse esta preocupação .(se o tanger tivesse outros cds de música marroquina além daquele….rsrsrs) veja as matérias, aqui e aqui. e já que este é um post meio esquizitoo veja tb a coreografia dining alone!

o verde e o rosa…

o rosé nacionalum vinho verde

depois de ler o post da guinness mudando de cor, eu, que sou o ortodoxo da cerveja stout, que tomo no café da manhã, qdo nas ilhas britânicas, me inspirei a falar de cores meio desprezadas no mundo do vinho.

as cores da estação primeira de mangueira!

os últimos dois verões foram do rosé. este parece ter ultrapassado o preconceito de ser “vinho de moça” e esteve presente nos coquetéis e beiras de piscina mais bem cotados. nas vendas eles encostaram nos espumantes.

mas como quem fica parado é poste eu resolvi me aprofundar no, muitas vezes injustiçado, vinho verde. seu frescor é muito mais compatível com estas tardes e noites de mormaço do verão brasileiro. sua acidez também parece se adaptar melhor aos acepipes nacionais. e o preço quase nunca é exagerado. fique claro que falo do vinho verde “branco” , produzido basicamente com a uva alvarinho, não do tinto.

para quem quiser decidir por um ou por outro, recomendo um excelente rosé nacional, o Villa Francioni Rosé, na linha dos rosé da Provence, muito rico no nariz e boca, e que vem numa garrafa linda.

entre os verdes sugiro fugir dos muito populares casal garcia, calamares e cia…

tente quinta de avelleda, deu la deu, adega de monção, muralhas de monção, com seus rótulos que lembram uma preguiçosa tarde atlântica. depois me digam se não dá samba…

Adoro o Japão!

refeição completa!

eles tem especialistas em tudo.

este restaurante que não consegui entender o nome pois estava em harigana, é especializado em candies!

vejam um dos exemplos de uma refeição completa só de candies…

bem, para quem está acostumado com doce de feijão e sorvete de soja, uma balinha de ostra deve ser moleza!

clique na foto e me diga: será que eu acho um desses na liberdade?





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