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Quando ele não nasce cachorro-quente; torna-se

hot-dog.GIFEu adoro saber o porquê das coisas e, na área das comidas, isso normalmente traz histórias muito legais. Acabo de encontrar a explicação para um cachorro-quente inesquecível que comi uma vez em Berlim ter uma salsicha compriiiida e um “pedacico” de pão. É que o pão serve apenas para segurar, como era na origem. Vendia-se a salsicha bávara e um vendedor de salsichas bávaro, num evento na Louisiana, EUA, em 1904, resolveu trocar a luva que emprestava aos fregueses por pão, para as pessoas segurarem, porque as luvas raramente eram devolvidas. Em Nova York, num jogo de beisebol de um dia frio, o sanduba ganhou seu nome (hot dog), o pão passou a ser co-protagonista e ele se imortalizou. Quem conta essa história e fala dos cachorros-quentes de São Paulo é a repórter Elis Marchioni, no site do guia Fique em São Paulo - Gastronomia, que é cheio dessas histórias. Ela fala até da salsicha de 20 cm do Black Dog, que é bem na linha das salsichas alemãs. (A Elis, aliás, faz um pato no tucupi que vocês não acreditam! Elis, você podia dar umas dicas e passar aquela sua fornecedora aqui, não? Mudando da baixa gastronomia para a alta…)
PS: Um detalhe legal nesse jeito alemão é que o sanduba não nasce cachorro-quente; ele torna-se, a partir de determinado ponto.

2 Respostas para “Quando ele não nasce cachorro-quente; torna-se”


  1. Icone Gravatar 1 Luiz Iannone

    Alias que legal a trajetória do Black Dog.Que exemplo de sucesso.
    abs

  2. Icone Gravatar 2 Adriana Salles Gomes

    é, passar de carrocinha de cachorro-quente a “diner” não é moleza…

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