Se água de côco é a bebida oficial da praia, e champagne das viradas de fim de ano, pode-se dizer que a bordo de um avião, quem cumpre o papel é o suco de tomate.
Na companhia área alemã Lufthansa por exemplo, foram servidos em 2008, 1,7 milhão de litros de suco de tomate aos passageiros contra 1,65 milhão de litros de cerveja (!).
Um fenômeno que sempre se discutiu foi o porquê de muitas pessoas consumirem frequentemente suco de tomate em aviões, e não em restaurantes, hotéis ou em suas próprias casas.
Alguns acreditam ser devido ao “efeito dominó” ( o vizinho pede e você acaba pedindo ), outros acham que se deve simplesmente pela disponibilidade, e por ser um produto caro nas prateleiras dos mercados, quando comparado com as outras bebidas disponíveis nos vôos.

No entanto, um estudo conduzido recentemente pelo Frauenhofer Institute em Holzkirchen, Alemanha, descobriu através de testes em cabines de baixa-pressão (simulando condições durante um vôo convencional), que nessas circustâncias, nossas percepções sensoriais são alteradas, e o suco de tomate “nas alturas” é considerado pelos consumidores mais refrescante e frutado. Segundo o químico responsável, isso se deve pois ficamos menos sensíveis a temperos,ao salgado e ao doce, enquanto os sabores frutados não sofrem grandes alterações.No estudo verificou-se ainda, que o café é percebido como mais amargo, e um vinho Riesling mais ácido.
Pelo que parece essa pesquisa vai ajudar os “chefs” das cias áeras a acertar melhor as receitas em termos de sal, temperos etc…Quem sabe a “comida de avião” não fique mais palatável.
Via : http://www.gourmet-blog.de/tomatensaft-warum-tomatensaft-im-flugzeug-so-beliebt-ist/ (alemão)












O estado do Alabama, nos EUA, proibiu a venda de vinhos que traziam em seu rótulo a imagem de uma ninfa nua, alegando que a tal figura seria “pornográfica”. 